segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Opiniões

Enviem suas opiniões sobre a prova, o gabarito e o palpite para a nota de corte.

11 comentários:

rodrigo branco disse...

Bem, o nivel da prova foi mais facil que do tj capital, sendo assim a nota de corte deve ser alta na região de são josé dos campos devido a forte concorrencia, deve tirar em torno de 87,5 que é a media dos concursos atualmente aqui nessa região .

Miguel disse...

87,5 numa escala de quanto a quanto?

rodrigo branco disse...

não entedi a pergutna mas digo 87,5 pois o TJ de santos foi essa a media, oficial de pormotoria interior e capital tambem, o tj agora da capital pra ficar entre os 400 foi acima de 86, então vai estar entre 86 e 87,5, chuto o mais alto devido nivel aqui ser alto.

Anônimo disse...

Não acho que foi mais fácil não. Principalmente a parte de direito, que fugiu do básico para oficial de justiça, que a maioria domina. Também ouvi muitas pessoas dizendo que foram mal de atualidades.
Em relação à nota de corte da região, no concurso em que a nota de corte foi 87%(MP), apenas 60 pessoas foram para a segunda fase, e não 180, como nesse.
E no escrevente de Mogi, a nota de corte foi 60%.
Tivemos apenas 4000 pessoas para fazer a prova, e o pessoal de São Paulo e Taubaté não veio pra cá desta vez, já que abriu pra lá também.
Acredito que seja 80% a nota de corte.
S.

Anônimo disse...

Bom dia, alguém poderia me dizer se a prova de digitaçao pode melhorar a colocaçao caso todos atinjam a media de corte para digitaçao, ou so e valida para excluir aqueles que nao atingirem a media?

Fabiola disse...

Fiquei com a mesma nota do outro, 8,4. Achei essa prova mais difícil em relação a processo civil e processo penal.
Português errei a mesma quantidade do outro, 3 questões. Acho que essa nota é muito baixa.
Tenho que continuar estudando...

Anônimo disse...

A digitação não conta pontos, apenas elimina os que não fizerem 50% da prova.
Na prova de oficial da capital, a nota de corte foi 84%, com 36 mil inscritos...

Anônimo disse...

Rodrigo, o povo da capital é muito mais preparado que os daqui, não se baseie neles, amigo!olha a nota de Moji das Cruzes, mano.
Fui.

Emanuel disse...

Olha, eu acho que essa prova e a outra estão no mesmo nihvel... Essa pegou mais em CPC e CPP, enquanto que na anterior CPC estava de graça como Const. e Adm estavam nesta última...
Achei q normas ficou no mesmo nihvel... algumas muito fahceis e outras um pouco mais decoreba..
De acordo com a atualização do site em português sobre a questão 24 (profissionalização) eu gabaritei português.
Além desta tb acertei todas em Adm, Const, Mat e CG. Fiz ao todo 9,1. (71 questões ao todo, das 80).
.
Como fiz para Lins, e deu cerca de 1100 inscritos, creio q dê pra ficar em uma boa colocação se a nota oficial nao destoar muito desta extra-oficial.
A nota de corte em Lins? Chuto 7, pra evitar surpresas maiores..

Anônimo disse...

Não concordo com a questão 05 de Português, porque deve ser considerado o item B, tendo em vista que, conforme livros: Curso Prático de Gramática, de Ernani Terra, Editora Scipone, pág.305 e Nossa Gramática, Luiz Antônio Sacconi, Editora Atual, pág. 417, quando ocorre o deslocamento de um termo, este deve vir separado por vírgula. A ordem original é: sujeito, verbo, complementos do verbo e adjuntos adverbiais. Assim, o item B está correto, pois o referido trecho estava em ordem invertida, ou seja, verbo, complementos do verbo e adjuntos adverbiais, para só depois aparecer o sujeito, ocorrendo, então, a vírgula, conforme apresentado no referido item da prova. A forma original seria: A ética e a moralidade fazem parte da decência humana fundamental. Logo, A ética e a moralidade são o sujeito, e estão deslocadas do seu lugar original na frase, ocorrendo a vírgula e tornando o item B como o correto.
ericacaxias@hotmail.com

Anônimo disse...

Não concordo com a questão 27 de Português,pois, deve-se considerar o item D, tendo em vista que conforme gramáticas conceituadas como Curso Prático de Gramática, de Ernani Terra, Editora Scipone, pág. 187 e Nossa Gramática, Luiz Antônio Sacconi, Editora Atual, 15ª edição, pág. 289, o trecho apresentado para análise dos concursandos é uma oração substantiva que funciona sintaticamente como sujeito e não como objeto direto, pois invertendo a oração em destaque percebemos a sua verdadeira função: O tipo de profissionalização que devemos promover é necessário discutir, assim o trecho em itálico é o sujeito e não objeto direto. Como explicado em livros, é sujeito oracional, ou oração subordinada substantiva subjetiva, pois o sujeito está representado por uma oração. Outro detalhe é que o verbo da oração principal está na terceira pessoa do singular, e a oração principal não terá sujeito nela mesma, já que o sujeito dela é a oração subordinada.